Diabetes gestacional na gravidez

Quando uma mulher engravida, não só aumenta seu corpo, também pode contrair doenças que anteriormente nunca tinha tido como por exemplo a diabetes.

O que é a diabetes gestacional?

A diabetes gestacional é um tipo de diabetes que desenvolvem as mulheres grávidas. Normalmente, aparece na metade da gravidez e em mulheres que antes não desenvolveram essa doença.

Segundo a doutorada Alicia Yépez, a diabetes gestacional não produz sintomas como a diabetes ordinária, por isso o médico se deve guiar pelos antecedentes familiares ou físicos.

Risco da diabetes gestacional

Se não se tem um controle da doença e a glicose está muito alta, os riscos podem afetar ao bebé:

- Risco de malformações no feto

- Risco de hipoglicemia neonatal

- Rico de parto prematuro

- Crescimento da criança. Quando acontece a diabetes gestacional o bebé nasce com um aumento de peso, mas se essa diabetes é descontrolada o bebé pode nascer com um peso menor ao normal.

- Futuro risco para a saúde do bebé quando cresça

Controle da diabetes gestacional

Para controlar a diabetes gestacional é imprescindível manter bons hábitos de saúde como por exemplo a dieta e o exercício físico. Essas práticas são boas em geral durante a gestação.

Quando a paciente não consegue um bom controle da glicose, se deve acudir ao tratamento médico e o uso da insulina.

Concretamente os expertos aconselham, tanto para as mulheres grávidas com diabetes gestacional como para as diabéticas: tomar ácido fólico, uma dieta equilibrada e exercício físico de baixo impacto como Pilates e Yôga.

Podes padecer diabetes gestacional se...

- Tens família direta que tem diabetes (mãe, pai ou irmãos)

- Apresentas sobrepeso ou obesidade.

- Tens filhos que pesaram mais de 4 quilos no nascimento.

- Tiveste diabetes gestacional em uma gravidez prévia.

- Tens Síndrome de Ovário Poliquistico (SOP) .

- Tens hipertensão

A diabetes gestacional é detectada a través da quantidade de glicose em sangue, ou seja, mediante um análise de sangue. A paciente deve ingerir o valor de 50g de glicose e extrair uma mostra de sangue uma hora depois da ingesta, se o valor é maior a 140 mg/dL se deve fazer uma prova de confirmação.

A prova de confirmação consiste em que o paciente consuma 100 g de glicose e verificar os valores da sangue.

Después de:                                          Valor menor a:

1 hora                                                    180 mg/dL

2 horas                                                   150 mg/dL

3 horas                                                   130 mg/dL


Parto con ventosa

Tipos de parto

Ao redor dos nove meses de gestação, chega o momento que qualquer pai e mãe espera: o nascimento do seu filho. Não obstante, não todas as crianças chegam ao mundo da mesma maneira, existem diferentes tipos de parto que aqui te explicamos.

Dar a luz de maneiras diferentes

Antes da concepção, a maioria das mulheres têm o desejo de um parto normal por via vaginal sem complicações. Não obstante, segundo o desenvolvimento do feto, adquire umas características ou outras e será recomendável um tipo de parto ou outro.

Segundo o tempo de gestação

Pode ser um parto dentro do tempo previsto (aquele que acontece entre a semana 37 e a 42), um parto prematuro (aquele que acontece entre a semana 28 e a semana 37) ou o parto que demorou mais (acontece depois da semana 42).

A data está marcada desde o primeiro dia da última menstruação.

Segundo o desenvolvimento

Parto natural: o parto natural é caracterizado por não usar fármacos; nem para evitar a dor (anestesia epidural), nem para provocar contrações (oxitocina). Como seu nome indica, o parto da começo de forma natural. A vantagem da ausência de farmacos é eliminar seus possíveis efeitos secundários, porém, é preciso ter trabalhado técnicas de relaxação assim como aguentar a dor do parto.

Parto vaginal com anestesia: o parto com anestesia é praticamente igual ao parto natural, só que usam os fármacos precisos. É um dos partos mais habituais e se realiza quando o feto está colocado corretamente. Outra diferença com o parto natural é que pode demorar mais pelo uso da anestesia porque os efeitos demoram em desaparecer, mas desfrutas de um parto menos doloroso.

Parto por cesária: no parto por cesária é preciso realizar uma cirurgia para extrair o bebé desde o abdômen da mãe até o útero. Essa tipologia de parto só acontece nos casos em que o parto vaginal seja perigoso para a mãe ou para o bebé como uma má colocação do feto ou alguma doença.

Se estás grávida de mais de um bebé é um parto multiple e na maioria das ocasiões é feito por cesária.

Parto na água: é um tipo de parto bastante parecido com o natural, pois não usa anestesia. A curiosidade desse parto é que é realizado dentro da água e cada vez são mais os hospitais que oferecem essa possibilidade. Não obstante, os médicos recomendam fazer na água apenas a dilatação para evitar problemas.

Parto em casa: antigamente o parto em casa era a técnica mais frequente que existia. Hoje em dia só se tem um parto em casa quando a segurança é garantida.

É a opção mais livre porque permite dar a luz onde queiras e com quem queiras, porém é altamente recomendável contatar pelo menos com uma matrona profesional para evitar as complicações.

Parto vertical: normalmente pensamos que os bebés só podem nascer quando a mãe está deitada mas não é assim. O parto vertical mostra que podes expulsar o bebé em pé ou de joelhos.

Essa técnica não permite o uso de anestesia porque precisas mobilidades nas pernas.

Segundo a finalização do parto

Se o parto se desenvolve com total normalidade e sem complicações se chama parto eutócico. É um parto distócico se pelas complicações é preciso intervir.

Segundo o começo do parto

Encontramos o parto induzido ou o parto espontâneo


Parto con ventosa

Parto por ventosa

As vezes, quando o nascimento do bebé é complicado, para ajudar o bebé sair pela vagina é necessário o uso da ventosa obstétrica. Esse aparelho intervém só quando o médico falar que é necessário, o ideal é não precisar dele.

O que é o parto por ventosa?

A ventosa obstétrica tem forma de campanha e pode estar feita por diferentes materiais, pode ser firme ou mole, de metal ou flexível. Essa ventosa está conectada com uma pequena bomba, elétrica ou manual, que se coloca na cabeça do bebé para puxar dele até o exterior. Se faz mediante sucção.

Quando se utiliza?

Sempre que o médico ache recomendável para evitar riscos durante o parto. O uso da ventosa ajuda a criança sair com mais facilidade.

Se estás nalgumas das siguentes circunstâncias, é provável ter um parto por ventosa.

- Problemas de saúde: o estreitamento da válvula aórtica, quer dizer, um problema de coração com o qual não deves fazer muito esforço. A ventosa vai de ajudar bastante.

- Sem progresso: se durante o parto, empurras e empurras mas não acontece nada, precisarás da ventosa.

- O ritmo cardíaco do bebé indica que existe algum problema: o médico pode recomendar um parto com instrumentos como a ventosa se periga a saúde da criança.

Do mesmo jeito que o parto por ventosa, existe outro aparelho que ajuda o bebé no seu nascimento: o fórceps. O fórceps ajuda guiar a cabeça do bebé enquanto sai pela vagina.

Ricos e consequências

Se finalmente tens um parto por ventosa, deves saber que um bom uso dos instrumentos médicos não tem consequências nem riscos para ti e para o bebé. É uma decisão que o médico pode recomendar mas eres tú quem tens a última palavra. Se aceitas, colocarão anestesia local.

Em ocasiões, a mulher pode ter hemorragia depois do parto por ventosa.

Quando nasce a criança pode ter um hematoma, por causa da pressão exercida, mas desaparece em poucos dias. Existem possibilidades de que o bebé sofra hemorragia na retina, embora isso também aconteça nos partos não assistidos. A criança pode sofrer icterícia, que costuma ser temporal e inofensiva.

Se o parto por ventosa não ajuda os movimentos do bebé, se deve realizar uma cesária.

Em resumo, se o médio faz um bom uso dos instrumentos de saúde, tudo vai dar certo. É uma prática realizada, as vezes, para facilitar a saída do bebé que evitar riscos maiores.


Cómo afecta el medio ambiente al embarazo

Como afeta o meio ambiente na gravidez?

A polução é muito ruim para a saúde, de fato, cada ano morrem ao redor de 7 milhões de pessoas por doenças derivadas da poluição. A poluição atmosférica, da  água ou dos alimentos não é ruim só no momento que nasce teu filho, também é ruim para o desenvolvimento do feto.

Como afeta o meio ambiente na gravidez?

Uma gravidez saudável é fundamental para o bom desenvolvimento e crescimento do feto. Por isso, durante esses nove meses deves controlar o que comes, o que bebes o que fazes... O problema é que, as vezes, estamos expostos  durante a gestação a contaminantes ou sustâncias químicas das quais é complicado se livrar. Por exemplo, se moras em cidade, a poluição será parte da tua rotina.

Está demonstrado que o sistema reprodutivo das mulheres grávidas é especialmente vulnerável a sustâncias nocivas presentes no meio ambiente. Tanto a fecundação como a implantação e o posterior desenvolvimento do feto se podem ver afetados pelas sustâncias tóxicas e aumentar a possibilidade de sofrir um aborto espontâneo, defeitos congênitos, parto prematuro, atraso no crescimento fetal ou inclusive a morte perinatal.

Um estudo dirigido por Tracey Woodruff J, professor de Obstétrica e Ginecológica e Ciências Reprodutivas na Universidade de Califórnia em São Francisco, USA, junto com o Centro Nacional de Estatística de Saúde, Centros para o Controle e Prevenção de doenças, afirmam que a poluição do meio ambiente pode causar o baixo peso do bebé no nascimento.

Isso acontece porque a exposição da mulher grávida a contaminantes orgânicos pode afetar a saúde do feto. Inclusive, pode afetar a saúde e qualidade dos óvulos e dos espermatozóides, o que pode causar mal formações no feto.

É certo que a placenta é uma boa protetora porém não é capaz de evitar todas as sustâncias prejudiciais. Algumas sustâncias podem atravessar e penetrar a sangue fetal, por isso é importante cuidar o que se come e evitar alimentos com contaminantes ou químicos.

Por exemplo, nas primeiras duas semanas depois da conceição, o feto pode ser altamente susceptível aos efeitos tóxicos do benzeno, o chumbo ou o metil mercúrio. Entre a terceira e a novena semana de gestação, quando se produz a organogênese ou formação dos órgãos principais do feto, até um 3% dos bebés podem desenvolver defeitos congênitos dos quais, até um 15% pode ter sido causados por fatores ambientais químicos, radiações, vírus e medicamentos.

Respirar altos níveis de ozono e monóxido de carbono durante a gestação aumenta a possibilidade de o bebé nascer com malformações faciais e cardíacas.

A exposição das grávidas às radiações excessivas, por exemplo os raios X, também pode trazer consequências graves sobre o feto, especialmente quando a exposição acontece durante a 8° e 15° semana de gravidez. É o momento em que o cérebro do bebé se forma.A poluição pode trazer para o bebé doenças infantis respiratórias, alterações do desenvolvimento neurologista cognitivo, en inclusive, câncer.

Que podemos fazer para evitar esses problemas?

- Controlar todos os alimentos que consumes. Evita os produtos químicos e potência a comida ecológica. Não é bom o peixe azul porque tem altas taxas de mercúrio.

- Reduz os passeios por zonas com muita poluição atmosférica e evita fazer esporte ao ar livre se encontrasses muita poluição. Se podes, tenta ir passear no campo.

- Fumar é muito ruim para o feto, mas ser fumadora passiva também, evita os ambientes com fumaça.

- As pesticidas, as tintas de chumbo, as pinturas, o esmalte de unhas ou a gasolina podem conter compostos tóxicos e nocivos para a futura mãe, assim que evita essas sustâncias.

- Evita os envases de plástico, contêm derivados do petróleo que são muito contaminantes e prejudiciais para a natureza e para tua saúde.


Que uso têm o fórceps

Que uso têm o fórceps?

Os fórceps são um tipo de instrumental que se usa durante o parto para que o bebé consiga sair bem. Seu uso deve ser só para ocasiões imprescindíveis.

O parto instrumentado é aquele que durante a segunda fase do parto, período expulsivo, precisa da intervenção do obstetra. Ele com a ajuda de algum instrumento obstétrico como o fórceps ou a ventosa, tentará que o bebé salga sem necessidade de uma cesária.

O que é o fórceps e como se usa?

O fórceps é um instrumento que consta de duas espátulas unidas entre elas de forma que nunca se juntem. Serve para encaixar a cabeça da criança por ambos lados e que o médico, através de movimentos suaves, consiga que o bebé desça uns centímetros até que saia.

O fórceps só se usa em casos que precisarem. De fato, nos últimos anos cada vez é menos frequente o uso pelas contradições que apresenta. Faz tempo, o fórceps se usava para fazer descer o bebé uns dez centímetros, mas atualmente só se usa para os últimos dois ou três centímetros.

O fórceps se introduz na vagina da mãe até encaixar com as orelhas do bebé. Logo, o médico fará movimentos suaves de tração no mesmo tempo que estão as contratações do útero da mãe até conseguir que o bebé saia ao exterior.

Quando se usa o fórceps?

O fórceps usa-se quando o feto está quase fora mas fica encaixado e não consigue descer. Com a técnica do fórceps  tentam-se evitar as cesárias. O fórceps só deve se usar quando a mãe não consegue expulsar o bebé, quando existe um esgotamento materno, se o bebé está numa posição anormal, se existem possibilidade da perca do bem estar fetal ou quando por problemas cardíacos não se podem fazer grandes esforços.

Para o uso do fórceps devem existir as siguentes condições:

- O pescoço? uterino deve estar dilatado até os 10cm

- A cabeça da criança deve estar perfeitamente encaixada e ter descido o suficiente.

- O ânus e a vagina materna devem estar vazios.

- O saco amniótico deve estar furado, se não o médio furará.

-É preciso aplicar anestesia epidural o local porque pode ser doloroso.

- Normalmente, é necessário realizar uma episitomia para poder colocar o fórceps

- Deve existir uma proporção céfalo- pélvica entre o bebê e a mãe.

Quais são as contradições do fórceps?

O fórceps aumenta o risco de complicações, por isso deve se usar quando seja realmente necessário:

- hemorragia

- incapacidade de urinar ou incontinência urinária ou fecal

- flatulências

- os rasgados do periné

- infecção

Também existe o risco de complicações para o bebé: hematomas ou hemorragias, rasgados no couro cabeludo, paralise facial ou fraturas.

No entanto, se o obstetra faz um bom uso do fórceps e se limita a casos especialmente necessário as complicações se verão muito reduzidas.


Como superar os medos do parto

Como superar os medos do parto?

O medo é um sentimento poderoso que todos desenvolvemos ante situações que consideramos perigosas.  É o jeito que tem o corpo de advertir um possível problema ou perigo, embora seja normal ter temor ante o parto porque é uma actividade desconhecida, não devemos deixar que esse medo domine nossa vida.

Em muitas ocasiões o medo aparece ante situações desconhecidas que podem não ser perigosas mas aparece porque não temos certeza do que vai acontecer. Por isso é normal sentir medo e ansiedade pelo parto, porque muitas complicações podem surgir, além da dor. No entanto não devemos deixar que esse medo nos paralise, porque quando mais medo sintamos mais pode piorar tudo e a dor vai ser maior. É importante saber controlar nossos medos, pois o medo incrementa nosso ritmo cardíaco, o metabolismo e a pressão arterial que não favorece ao parto.

Esse medo é mais habitual em mulheres que são mães pela primeira vez porque nunca têm vivido essa experiência, embora tenham informações que podem ser até piores por conhecer histórias ruim sobre o parto ou assistir coisas exageradas nos filmes. Esse temor se "aprende".

O problema é que o medo durante o parto faz que aumente a dor e os nervos, pois a tensão gera mais dor. Se no momento do parto a mulher está assustada pode chegar sentir mais dor. De fato, são muitos os estudos que explicam que uma das causas que produz mais dor é o medo.

Que fazer?

Para não ter medo durante o parto deves seguir esses conselhos:

- Informações sobre o parto. Procura informações relativa ao parto mas que seja confiaveis. Fala com tua parteira, teu médico, leia livros sobre o tema ... que as histórias dos teus amigos e familiares não te dominem. Tens que saber quais são as fases do parto, que sintomas existem em casa fase e como combater a dor.

- Preparação para o parto. É bom ir às aulas de preparação do parto, prácticar as respirações, as contrações etc. É importante que elabores também teu plano de parto para que saibas que queres em cada momento.

- Não deixes que as histórias horríveis influam. É verdade que podem acontecer coisas más, mas o normal é que tudo aconteça de maneira ótima e as pequenas complicações se resolvam facilmente. É importante confiares na tua equipe médica e procurar um bom hospital.


Quando posso saber se é menino ou menina

Quando posso saber se é menino ou menina?

Há vários testes para determinar o sexo do bebé, como a análise de sangue, o teste genético, a amniocentese ou as ecografias. Dependendo do teste que faça e das semanas de gestação, poderá saber antes ou depois se o bebé que espera é menino ou menina.

 

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A importância do ácido fólico durante a gravidez

A importância do ácido fólico durante a gravidez

O ácido fólico ou vitamina B9 faz parte do complexo de vitaminas do grupo B, essenciais para o funcionamento do organismo. Contudo, na gravidez, é ainda mais importante para cobrir as necessidades mínimas recomendadas para esta etapa, pois está demonstrado que o ácido fólico ajuda a prevenir e evitar as malformações do tubo neural no feto, como a espinha bífida ou a anencefalia.

 

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Alimentação durante a gravidez

Alimentação durante a gravidez

Durante os 9 meses da gravidez é essencial que cuide da sua alimentação, pois o desenvolvimento e crescimento do feto dependem diretamente do que ingere durante esse tempo. Por isso, deve assegurar a quantidade mínima diária de todos os nutrientes de que ele necessita, bem como evitar certos alimentos ou substâncias que podem ser prejudiciais para ele.

 

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Como saber se já estou em trabalho de parto?

Nas semanas antes do parto é possível que note que está mais cansada e que sinta mais contrações e incómodos. Mas como saber que chegou a altura de ir para o hospital? O parto já começou ou não?

 

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