¿Por qué los recién nacidos sonríen?

Por que é que os recém-nascidos sorriem?

Os sorrisos dos recém-nascidos são apenas actos involuntários dos seus músculos ou uma resposta a estímulos positivos?

Ao longo da história, houve muitos mitos em torno da psicologia e desenvolvimento do bebé que foram desmentidos. Alguns deles parecem hoje um escândalo, como a crença de que os bebés não podiam sentir dor como os adultos por causa do seu sistema nervoso imaturo. Esta crença levou à realização de procedimentos dolorosos sem anestesia. Graças a anos de estudos, foi demonstrado que não só sentiam dor, mas que tinha consequências fatais no seu desenvolvimento.

Outro dos mitos com os recém-nascidos tem a ver com os seus sorrisos. Ainda estão a ser realizados estudos, mas os cientistas asseguram que a crença de que os bebés só sorriem como um ato-reflexo é falsa.

Antigamente acreditava-se que os bebés sorriam involuntariamente, ou seja, que simplesmente contraíam inconscientemente os seus músculos faciais, mas estudos recentes mostraram que com apenas 24 horas de idade, respondem com sorrisos a estímulos positivos como carícias ou cheiros agradáveis. A partir das 23 semanas, o feto já sorri dentro do útero e 36 horas após o nascimento, irá sorrir por imitação. Dito isto, só será a partir do primeiro mês quando terá os chamados "sorrisos sociais", ou seja, aqueles que procuram contacto visual antes de ocorrer.

Terás passado horas a observar o teu bebé a dormir e com certeza adorou quando o viu sorrir durante o sono. Estes gestos são conhecidos popularmente como "o sorriso dos anjos" e são movimentos involuntários motivados por memórias e sensações de prazer. Acredite ou não, os bebés têm memórias e sonhos, principalmente de experiências passadas que foram guardadas desde que estavam no útero. Estas memórias são armazenadas no subconsciente e estarão lá mesmo que não se lembrem delas quando crescerem por causa da chamada "amnésia infantil".

Por outro lado, embora os bebés sorriam quando estão a dormir, sorriem o dobro das vezes quando estão acordados e a interagir socialmente. Esta é uma forte razão para acreditar que o factor social influencia os seus sorrisos. Além disso, foi observado que os bebés não só movem os músculos perto da boca quando sorriem, mas também envolvem os músculos dos olhos. Este facto, embora possa ser irrelevante no início, é crucial, porque envolve um novo conceito: o sorriso de Duchenne.

Este tipo de sorriso é também conhecido como "sorriso verdadeiro" e são aqueles sorrisos espontâneos que temos quando gostamos de algo ou quando algo nos faz rir. Neste movimento, não só os músculos perto da boca contraem-se como nos sorrisos que podemos forçar quando tiramos uma fotografia, mas também há uma contracção nos músculos à volta dos olhos, que formam os conhecidos "pés-de-galinha".

O sorriso de Duchenne é produzido espontaneamente, pelo que, tendo sido detectado em recém-nascidos, entende-se que é mais do que um simple ato-reflexo e responde a uma componente social e instintiva de felicidade.

À medida que crescem, os seus sorrisos se tornarão mais evidentes e quando tiverem dois meses de idade, já saberão que sorrir é contagioso. Um ou dois meses mais tarde, saberá como utilizá-lo para expressar as suas necessidades e emoções, tal como faz com o choro. A partir dos oito meses a um ano, irão desenvolver um sorriso intencional e empático da mesma forma que os adultos. Crescer a sorrir e ver sorrisos à sua volta irá transformar o seu pequeno num adulto empático e risonho. Esteja com ele e mostre-lhe que com um sorriso pode chegar onde ele quiser.


Cuentos para aprender más sobre el medio ambiente

Contos infantis sobre o ambiente

Os contos infantis, da mesma forma que os filmes, são uma forma divertida para as crianças descobrirem e se interessarem pelo mundo que as rodeia. Aqui estão alguns livros para ajudar os seus filhos a criar um vínculo com o ambiente e assim cresçam respeitando e cuidando dele.

À descoberta das palavras e dos sons, Marion Billet (1-3 anos)

Esta é uma boa maneira de as crianças começarem a interessar-se pela literatura, uma vez que, para além dos desenhos, este livro tem botões que emitem sons da natureza quando premidos. Este tipo de livros interactivos, juntamente con os livros pop-up, desdobrável e com texturas, são os mais divertidos para os mais pequenos da família.

Wangari e as árvores da paz, Jeanette Winter (5-8 anos)

Wangari Maathai não é apenas a protagonista desta bela história baseada em fatos reais, ela foi também uma mulher queniana galardoada com o Prémio Nobel da Paz em 2004. Este livro irá aproximá-los ao ambiente, mas também os sensibilizará para a importância de cuidar dele e também saberão sobre o continente africano e os seus problemas.

“Olivia y las plumas”, Susanna Isern e Esther Gili (5-8 anos)

Conta a história de Olivia, uma menina que pode falar com os animais e fará tudo o que estiver ao seu alcance para os ajudar. Uma obra cheia de valores e ilustrações tão belas que a relerão uma e outra vez. Infelizmente, de momento só encontra-se em espanhol.

O peixe Arco-Íris, Marcus Pfister (2-7 anos)

Embora num primeiro momento não seja uma história sobre a natureza e os seus cuidados, o facto de o protagonista ser um simpático peixe e de estar ambientado no mar, é uma boa forma de começar. O peixe Arco-Íris também contém uma mensagem muito linda sobre a auto-estima e o facto de ser diferente.

O grande livro dos animais, Yuval Zommer (a partir dos 6 anos)

Esta é uma série de livros de Yuval Zommer que os fará descobrir, de uma forma muito didáctica e visual, tudo sobre a fauna e flora que os rodeia. A colecção inclui também o grande livro dos insetos, dos oceanos, das aves e das flores. É uma forma ideal de começar a aprender em casa e pôr em prática os conhecimentos adquiridos indo para a rua, para a montanha ou para a praia.

“Cuentos sobre el clima”, Magela Ronda e Raquel Sánchez (a partir dos 7 anos)

Um livro ilustrado no qual descobrirão os problemas ambientais que enfrentamos como sociedade e conhecerão alguns dos activistas e organizações que lutam pelo ambiente. Encontra-se, de momento, só em espanhol.

A sinfonia dos animais, Dan Brown (3-5 anos)

Se devorou todos os livros de Dan Brown em casa sobre o Professor Robert Langdon e as suas aventuras, "A sinfonia dos animais" será o equivalente para os seus filhos. Com este livro, o autor de best-sellers dá o salto para a literatura infantil com uma história protagonizada por animais, valores e música com os quais se divertirão e aprenderão.

O principezinho, Antoine de Saint-Exupéry (a partir dos 5 anos)

E finalmente, é impossível falar de literatura infantil e não mencionar este grande clássico de Antoine de Saint-Exupéry. Uma obra cheio de lições e aprendizagens sobre as relações pessoais e também sobre o cuidado com o ambiente, pois podemos ver como o principezinho cuida do seu planeta e da sua flor enquanto fala com os animais. Um livro obrigatório em qualquer biblioteca que gostará tanto a crianças como a adultos.


Cómo hablar de contaminación a los niños

Como explicar a poluição às crianças?

A poluição e todas as suas consequências são um problema que afecta o nosso presente e, acima de tudo, o nosso futuro. A fim de deixar um planeta saudável e cuidado aos nossos filhos é importante começar a cuidar dele agora, e para isso, nada melhor do que inculcar valores positivos aos mais novos.

Antes de mais, é importante ter em conta a idade da criança, uma vez que a forma como abordamos o assunto com ele dependerá disso. Embora seja um assunto muito complexo, podemos adaptá-lo de acordo com a sua idade, de modo a ter uma explicação mais exaustiva e científica se for mais velho ou, pelo contrário, um discurso mais leve.

Podemos começar desde muito cedo a explicar os efeitos visíveis que os seres humanos têm no planeta e que o tornam mais "feio". Qualquer passeio no parque, na montanha ou na praia pode ser um bom momento. Aproveitar um dia na praia para recolher o lixo que se encontra na costa será uma boa forma de melhorar o planeta e incutir valores positivos. Dito isto, é importante explicar o que prejudica o planeta e o torna um lugar desagradável sem ser alarmista ou criar medo para o futuro.

Outra boa opção é através de filmes ou documentários, que estão preparados para explicar e sensibilizar enquanto se divertem. No artigo "10 filmes para ensinar a cuidar do meio ambiente" damos-lhe alguns exemplos.

A reciclagem é outro aspecto fundamental para melhorar o planeta. Para isso, não há nada melhor do que envolvê-los nas tarejas da casa. Torne a reciclagem em algo divertido sugerindo que pinte cartazes para cada caixote do lixo e encorajando-os a separar o plástico do cartão e outros materiais.

Em geral, as crianças gostam de animais e cuidam deles como se fossem adultos. Por esta razão, devemos explicar-lhes a importância de cuidar do planeta para lhes garantir uma boa qualidade de vida. Através de fotografias, livros ou documentários, podemos ensinar-lhes sobre animais em perigo de extinção e a importância de cuidar deles. Também pode ser uma boa ideia visitar as áreas naturais que tem perto de sua casa para lhes mostrar em primeira mão os animais com que vivem, sejam esquilos, pequenos insectos, rãs, coelhos... Desta forma aprenderão e crescerão tendo respeito por eles, mas sem medo.

Podemos fazer o mesmo com as espécies vegetais da zona. Algo que eles vão adorar será colher eles próprios frutas e vegetais, quer cultivados em casa em pequenas hortas ou silvestres na floresta, tais como amoras ou cogumelos. Se optarmos por cultivá-los em casa, eles também aprenderão como crescem e participarão no processo de cuidar deles desde o início.

Explicar-lhes qualquer detalhe que aconteça à sua volta, não importa quão pequeno seja. O conhecimento dos processos naturais da Terra despertará o seu interesse e vocação para a proteger. Isto pode ser: porque está a chover, porque neva, de onde vêm e para onde vão os rios, como se formam as ondas... qualquer aspecto é importante e eles vão adorar conhecê-lo.

Estas são apenas algumas das pequenas coisas que podemos fazer em casa para ajudar as crianças a crescerem com a intenção de melhorar o planeta todos os dias. Não há nada melhor do que educar as crianças para melhorar o futuro, nas palavras de Nelson Mandela: "A educação é a arma mais poderosa que se pode usar para mudar o mundo".


Por qué son útiles los objetos de transición

Porque são úteis os objetos de transição para os bebés?

Em comparação com outros animais, os seres humanos nascemos muito imaturos. Um bebé precisa de cuidados constantes da sua mãe, o que cria dependência e apego. À medida que o bebé cresce e a mãe começa a dar-lhe mais espaço, é normal que o bebé se sinta desprotegido, pelo que é bom utilizar objetos de transição, também conhecidos como objetos transcionais ou de conforto.

Estes objetos de transição proporcionam-lhes a segurança e tranquilidade que a sua mãe lhes dá quando tem de separar-se dele, geralmente quando volta ao trabalho. É por esta razão que este tipo de comportamento tende a desenvolver-se principalmente nas sociedades ocidentais.

Os objetos transicionais ou de conforto, são geralmente animais de pelúcia, bonecos, cobertores ou almofadas com uma textura suave e fofa e um odor característico, o que lhes dá segurança e confiança.

Não é raro que este "objeto de transição" não seja um objeto, mas um comportamento como chupar o polegar, cantar para si próprio ou acariciar o cabelo ou as orelhas. Ao levar a cabo este comportamento ou estar em contacto com o seu objeto de apego, irá diminuir os seus níveis de ansiedade e stress, proporcionando-lhe calma. Este cobertor ou animal de pelúcia não pode ser incutido pelos pais, mas será escolhido pela própria criança, se for necessário.

Um conselho a ter em conta é não lavar o peluche ou cobertor, pois tem um cheiro muito característico para o seu bebé. Se, contudo, for necessário lavá-lo, é aconselhável que o faça em segredo sem que o bebé se aperceba. Pense que para a criança é o seu parceiro mais fiel, pelo que podem pensar que está a ser abusado ou torturado se o colocar na máquina de lavar roupa.

Provavelmente será a criança quem terá o objeto sempre à mão, mas no caso de ir numa viagem, não se esqueça de levar o objeto consigo. Caso contrário, poderia ser muito difícil para ele adormecer ou desfrutar de umas boas férias.

Este apego aparece geralmente a partir do sétimo mês, quando o bebé começa a ter consciência de que a sua mãe não faz parte dele e desaparece entre os 2 e os 4 anos de idade. É importante não os forçar a deixá-los, pois isso poderia causar-lhes ansiedade e angústia. Além disso, são geralmente eles que o deixam para trás. Dito isto, nem todos os bebés precisam deste objeto, especialmente se dormem ao lado dos pais.

Em alguns casos, mesmo que a criança já tenha abandonado o seu objeco de apego, poderá precisar dele novamente quando houver uma alteração na sua vida, tal como uma mudança, a chegada de um novo membro à família, os primeiros dias de escola, começar a dormir sozinho, etc. Isto é completamente normal e faz parte do desenvolvimento psicológico e pessoal de cada bebé. Em qualquer caso, se estiver preocupada, pode sempre consultar o seu pediatra ou especialista.


Cómo enseñar a cuidar el medio ambiente a los niños

O meio ambiente e as crianças

Da mesma maneira que o futuro depende de nossos filhos, o futuro da terra também. Por isso, é importante educar às crianças num contexto de respeito ao meio ambiente e explicar como podemos evitar o aumento da poluição, o descongelamento, a desertificação ou a mudança climática.

Primeiro passo: explicar por que devemos cuidar ao meio ambiente

Quando se fala de meio ambiente se fala do entorno natural nos quais os seres vivos e não vivos interagiam em forma natural. É o ambiente biofísico, fatores físicos e biológicos que influem na sobrevivência, no desenvolvimento e na evolução de um organismo ou grupos de organismos.

Se danificamos nosso meio ambiente, danificamos também os seres vivos, inclusive ao ser humano. Dessa forma, machucamos a vida e sobrevivência de toda a flora e fauna.

Além disso, a poluição e o buraco do ozono afetam a nossa saúde causando milhões de doenças como o câncer, problemas respiratórios, problemas no desenvolvimento neurológico... o que se traduz em milhões de mortes.

Por isso, é importante conscienciar sobre a importância de mudar nossos hábitos de vida, o consumido de energia, a produção e o consumo... para evitar que aumentem os problemas como a contração do casquete polar ártico, as crescidas do nível do mar, o descongelamento dos glaciares, a maioria intensidade e duração dos trovões tropicais, a extinção de muitas espécies, etc.

Segundo passo: fácies conselhos para aplicar em casa

- Explica para teus filhos o que é o meio ambiente e por que  é importante cuidar dele.

- Não desperdiçar água: fechar a torneira quando não o usem mais, não tomar banhos prolongados, usa a água que sobrou para regar as plantas, etc.

- Evita o uso abusivo do automóvel. Por exemplo, para ir à escola é melhor caminhar, a bicicleta ou o autocarro.

- Quando não uses mais o eletrodoméstico, desliga ele completamente.

- Fazer a recliclagem com vários resíduos: orgânico, envase, papel e vidro.

- Desligar a luz do quarto e usar lâmpadas de baixo consumo. Ensina teu filho não ligar e desligar a luz continuamente.

- Educa com exemplos: se queres que teu filho aprenda, faz tu mesmo.

- Cria uma estufa e cuida as plantas.

- Lê livros sobre o meio ambiente, os animais, as plantas, os efeitos da poluição...

- Aproveita os objetos que não tenham mais usos para fazer artesanatos.


Ansiedad en bebés

Pode um bebé ter ansiedade?

Normalmente a ansiedade é detectada mais em pessoas adultas ou idosas, porém não significa que seja exclusiva delas. Em épocas com muitas mudanças, muitos bebés também podem sofrer ansiedade.

O que é a ansiedade?

A maioria das pessoas têm sentido ansiedade em algum momento das suas vida por alguma circunstâncias pontual. Não obstante, as pessoas que padecem ansiedade e desenvolvem um trastorno da ansiedade se encontram frequentemente com preocupações e medos excessivos. Se não se controla pode ser um problema e desenvolver ataques de pânico.

Embora em muitas ocasiões a ansiedade esteja provocada por problemas familiares, econômicos e pensemos que está fora do âmbito do nosso bebé, não sempre é assim. Os bebés também podem sofrer estresse e ansiedade, ainda mais quando estão expostos a muitas mudanças.

O caráter da criança define bastante sua situação frente ao estresse; existem crianças mais nervosas e outras menos nervosas ou sensíveis. Teu filho pode desenvolver ansiedade quando se sentir ameaçado por uma mudança como, por exemplo, o nascimento de um membro mais na família que o impede ser o centro de antenção, uma mudança de quarto ou inclusive o início da escola.

O trastorno de ansiedade pela separação é habitual em bebés de oitos meses. A criança percebe que seus pais são pessoas diferentes e se podem ir do seu lado, o qual cria grande ansiedade nela. Essa etapa é totalmente normal e passageira.

Sintomas da ansiedade nos bebés

Embora não todos os bebés manifestam sua ansiedade da mesma forma, os sintomas principais são:

- Choro contínuo que não  passa com facilidade

- Nervos

- Irritável

- O bebé grita e se mexe continuamente

- Tentativas de chamar nossa antenção mediante diferentes ações

- Tremidas

- Taquicardias

- Suores excessivos

- Problemas para dormir

Que fazer se padece ansiedade?

É importante evitar o estresse e a ansiedade durante os primeiros anos de vida das crianças, pois esses anos são fundamentais no desenvolvimento e na formação do seu cérebro e o estresse constante pode causar problemas posteriores ou trastornos no crescimento. Assim, o estresse continuado pode causar uma diminuição da confiança e da segurança própria, menor capacidade de empatia, estado de ânimo baixo ou alterações na memória.

  1. Faz sentir que estás perto dele sempre. Dentro da tuas possibilidades, tenta estar perto do bebé e não deixar ele com pessoas desconhecidas, com as quais ele ficará bem nervoso. Abraça ele contra teu peito para o calmar.
  2. Fala "tchau" cada vez que fores embora e fala "olá" cada vez que chegares.
  3. Escreve as situações nas quais ele fica nervoso e averigua que coisas conseguem calmar ele.

Miedos del bebé en verano

Medos da criança durante o verão

Para a maioria das crianças o verão é sua época favorita; pelas férias, a praia, a piscina... para algumas crianças não é tão divertida porque têm medo da água, dos insetos, da areia... Que devemos fazer nesses casos?

O medo é uma coisa normal no desenvolvimento do bebé. Por isso, todas as crianças passam por diferentes etapas de medo que ajudam na sua evolução. Os medos vão junto com o desenvolvimento, por isso, o medo dos dois anos não é mais o medo dos seis anos.

Sempre que esses medos sejam normais para sua idade, desapareçam gradualmente e não afetem na sua vida diária, não devem preocupar. Só quando não deixem a criança desfrutar devemos intervir.

1 - Medo da água

O medo da água do mar ou das piscina é absolutamente normal nos menores de 3 anos. Essas águas são muito frias e formam parte de uma extensão maior de água que não controlam e assusta. É normal terem medo ao desconhecido e ao afogamento, mais ainda se eles teveram uma experiência ruim.

Para ajudar teu filho superar esse medo e que possa desfrutar do banho esse verão, podes seguir esse conselhos:

- Não deixes ele sozinho, esteja sempre do seu lado e põe ele uma bóia ou braçadeiras que ajudem flutuar para que seja mais seguro.

- Põe ele gradualmente na água, mais ainda se está fria. Primeiro os pés, depois as pernas... Que seja todo um jogo e ele escolha até onde entrar. Não obrigues ele introduzir a cabeça se ele não quer.

- Na praia evita as águas com ondas. Embora depois possa ser divertido no começo pode dar medo.

- Leva brinquedos e joga com ele na praia. Se esse ano só entra até a cintura, suficiente. Outros anos entrará mais.

2- Medo da areia

Ao princípio, a areia pode resultar um pouco estranha para a criança. A sensação de se afundar na areia quente não costuma gostar nas crianças, pelo que não deves te estranhar se ele não quer pôr um pé na praia ou que chore.

Nesse caso, podes conseguir esse conselhos:

- Não deixes ele sem sapatos na areia quente.

- Procura um lugar na praia com areia mais dura e que se sinta mais confortável.

- Não obrigues ele pisar a areia, leva ele no colo.

- Joga com ele e com a areia. Faz castilhos. Pouco a pouco mudará sua ideia sobre a areia.

3- Medo aos inetos

Alguns insectos, como os mosquitos ou as abelhas, picam e causam muito incômodo e muita dor. Outros, como as aranhas, podem dar muito medo. Por isso, é normal se teu filho tem medo, grita ou chora quando veja esse insetos e procure tua proteção. O medo aos insetos é habitual em crianças até os 10 anos.

Para ajudar com esse medo podes:

- Mostrar para ele que os insetos não são perigosos, pois ele é muito maior e não podem machucar ele.

- Falar sobre os inectos para que ele saiba mais sobre o tema. Deve entender que são como qualquer outro animal.

- Usa repelente.

4- Medo à relva

A relva pode picar e machucar os pés da criança quando passa muito tempo sobre ele. Essa sensação pode resultar inconfortabel para teu filho, provocando medo. Se teu filho começa chorar cada vez que pisa à relva, tenta te ajudar com esses conselhos:

- Coloca uma toalha para que teu filho não tenha contato direito com a relva.

- Não obrigues ele ficar na relva nem comeces rir dele. Os medos superam se com o tempo.

- Planta relva em casa para que ele aprenda a cuidar e perceba que é como uma planta normal.


Por qué los bebés no juegan con sus juguetes

Meu bebé não joga, por quê?

Depois do nascimento a casa começa se encher de jogos, alguns que os pais compram e outros de herança familiar mas, por que ele não usa?

É bom que a criança jogue sozinha?

A partir dos dois anos a criança já tem a capacidade de jogar sozinha sem a ajuda de neguem. Nessa etapa é bom desenvolver a criatividade ou a imaginação e, por isso, é bom deixares teu filho sozinho com seus brinquedos. Não duvides dele, saberá se entreter sozinho.

Em geral, qualquer criança sabe jogar sozinha, porém, não tem oportunidade. A maioria dos pais confundem deixar ele no quarto com deixar ele jogando em solidão. Pode ser que ele não queira jogar sozinho porque pense que não prestarás atenção nenhuma. Na sua memória ficou a imagem de total atenção quando o adulto joga com ele, quando os dois fazem a mesma atividade.

As vezes é bom participares na sua atividade mas pela tua conta. Se teu filho começa fazer um quebra-cabeça não ajudes ele com o seu, começa fazer outro do seu lado tú mesma. Outra opção é que ele te ajude nas tarefas dos adultos; fazer a comida, lavar roupa, arrumar o quarto...

Excesso de brinquedos?

Em ocasiões uma criança não quer brincar mais pela quantidade que tem. A criança tem tantos jogos que perdeu o interesse; o mesmo acontece nos adultos com o excesso de informação, tanta informação sobre um mesmo tema que perdemos o interesse.

Mais um fator importante são os brinquedos que fazem tudo. São brinquedos mais limitados e que no terceiro uso a criança cansou porque faz o mesmo todo o tempo: falar as mesmas palavras, reproduzir a mesma música ou os mesmos sons.

Considerações quando compras um brinquedo

  1. Não brinquedos sexistas. Não deves comprar brinquedos que transmitam valores inaceitáveis para a sociedade como o sexismo ou o machismo. Acontecerá que teu filho desenvolverá condutas bastante ruins para seu futuro. Não prestes atenção aos catálogos onde separam os brinquedos entre meninos e meninas. Saiba a vontade do teu filho e comprar esse brinquedo, seja qual for.
  2. Idade recomendável. Também é importante saber a idade recomendável do brinquedo. Acontece que se o brinquedo é recomendado para uma idade muito mais velha que a idade da criança, ela entediará. O mesmo com idade mais novas.

A criança pode entediar mesmo com brinquedos educativos por não entender seu uso. Ante esse tipo de jogos o melhor é que ensines ele as primeiras vezes.

  1. Etiquetado. Os pais devem ler frequentemente o etiquetado do brinquedo para saber os perigos que tem como peças pequenas, o material, os líquidos, o tipo de pila etc.
  2. Por último, não é bom comprar brinquedos que não tenham um controle de qualidade.

O que é o reflexo de landau

O que é o reflexo de landau?

É um reflexo secundário que aparece no bebé no seu quarto mês de vida e a ausência dele pode indicar debilidade motora ou um menor desenvolvimento mental.

Os reflexos primários e secundários são respostas involuntárias do corpo que comprovam se o desenvolvimento do bebé é normal. Os bebés nascem com os reflexos primários e são os secundários os que aparecem ao longo da vida.

Dentro desses reflexos secundários achamos o Reflexo de Landau, que aparece com 4 meses de vida aproximadamente. O reflexo de landau desaparece ao redor dos 12.

O reflexo acontece quando o bebé fica de bruços com o abdômen sobre nossa mão e não se deixa cair pela gravidade, ele tensiona o corpo e estica as pernas. A cabeça da criança se eleva à procura de uma referência visual.

A ausência desse reflexo pode indicar uma debilidade motora ou um menor desenvolvimento mental, mas deveria ser o pediatra quem valore cada caso.


Por que os bebés batem a sua cabeça

Por que os bebés batem a sua cabeça?

A primeira vez que vejas seu filho bater a cabeça contra o chão ou contra o berço vás pensar que "se deixou louco" ou que tem alguma coisa. No entanto, é bastante normal.

Bater a cabeça contra o chão ou contra um objeto é uma conduta temporal e passageira na maioria dos casos que demora uns meses, embora as vezes possa demorar mais tempo. Normalmente começa perto dos 18 meses até os 3 anos, aproximadamente.

Entre as causas principais deste comportamento encontramos:

  • Ajuda a relaxar, pois muitas crianças quando ficam nervosas ou alteradas, encontram no movimento rítmico de bater a cabeça contra alguma coisa uma sensação tranquilizante.
  • Chamar a atenção. Se a primeira vez que bate a cabeça, o bebé enxerga que tú ficas nervosa e corres ver ele, vai repetir para conseguir chamar tua atenção de novo.
  • Calmar sua frustração. As crianças pequenas têm pouca tolerância da frustração, pelo que precisam canalizar a raiva e a ira de algum jeito, alguns batem a cabeça para se tranquilizar quando não conseguem.

Nalgum caso bater a cabeça pode ser sinal de transtornos neurológicos ou mentais, como o autismo, mas esse gesto vai ir acompanhando de outras sinais, e como já tínhamos falado, não é normal. O mais habitual é que não seja nada preocupante e pare de fazer quando cresça e amadure.

No entanto, enquanto exista esta situação é importante saber como agir quando teu filho bate a cabeça. Para começar, ensina ele outras formas de se calmar quando esteja frustrado ou nervoso, como respirar profundamente, contar até 10, abraçar te etc.

Averigua por que ele faz para tentar evitar as situações que fazam ele se bater. Se calhar ele faz mais quando está com sonho ou cansado. Se ele não está a machucar, é melhor que tú não fiques por perto enquanto ele faz porque se tú te aproximas podes acrescentar esse comportamento. Quando finalize, aproxima-te e fala o feliz que tú eres de ele ter parado. Abraça e beija ele.